Líder de vendas de discos em um período de crise na indústria fonográfica, o cantor sertanejo Luan Santana tem colecionado hits desde 2009, quando estourou com o sucesso “Meteoro”. De lá para cá, foram várias canções no topo das paradas e shows lotados – muitos deles, em Manaus, cidade onde morou quando criança e onde se apresenta neste sábado (14), na terceira edição do Villa Mix.

Em entrevista ao G1, Luan conta que os shows na capital amazonense são sempre especiais.

“Eu já morei [em Manaus] quando era criança. Meu pai era bancário, então rodamos por muitas cidades. Sua cultura me encanta. [Manaus é] uma cidade que me acolheu muito bem, e que tenho um carinho imenso”, diz.

Prestes a lançar um CD acústico, Luan afirma que o show do Villa Mix ainda será da turnê antiga, já que a nova só estreia no dia 27 de março.

“O público de Manaus pode esperar um show repleto de grandes surpresas, e um repertório especial”, promete.

Se no palco a presença de sucessos como “Sogrão Caprichou”, “Cê Topa”, “Tudo Que Você Quiser”, “Nega” é quase garantida, fora dele outra certeza é que as fãs do cantor comparecerão em peso ao Sambódromo – onde é realizado o Villa Mix – para conferir mais uma apresentação dele em Manaus.

A proximidade de Luan com o público, no entanto, não se resume apenas aos shows. Participante das principais redes sociais, ele usa as plataformas para mostrar mais do dia a dia para as admiradoras.

“Eu curto demais redes sociais. Elas são rápidas, além de te aproximar muito do seu público. O fã fica próximo, sabe o que está acontecendo em sua vida, sua carreira, eles participam de uma certa forma. É uma plataforma incrível [dos] tempos modernos. Até a imprensa fica sempre antenada, através das redes”, fala.

O sucesso de Luan lhe rendeu vários prêmios, como o Melhores do Ano do Domingão do Faustão e o Prêmio Multishow. Recentemente, foi escolhido por uma revista importante como um dos 30 jovens mais influentes do Brasil.

Ao G1, ele diz que acredita que o papel do artista é ser um bom exemplo para os fãs.

“Você tem de servir de inspiração para que outros jovens sigam no caminho do bem, e que façam coisas boas em sua vida, ou sua carreira profissional.  Fiquei mega grato de ter sido lembrado. É preciso ter abertura para o novo. É preciso reinventar o Brasil, e assumir as rédeas do nosso futuro. O futuro está nos nossos jovens”, comenta.

Mas será que tanto sucesso pressiona o jovem cantor? Ele garante que não.

“Tenho uma equipe maravilhosa e que me ajuda muito. Sem eles, eu não estaria no topo, e muito menos ganhando prêmios. São ideias de ações sempre em conjunto. Claro que, eu tenho participado cada vez mais. Meus fãs também. Sem eles na verdade, eu nem estaria aqui. Não sinto pressão. É o processo natural de um trabalho bem feito e com muito carinho”, resume.

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